segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Sódio na alimentação - o que pode provocar no corpo ao consumi-lo em excesso.

A cozinha é o lugar mais reconfortante da casa porque nele encontramos alimento para o corpo e para a alma. Deixe a Natureza entrar na sua e esqueça os produtos feitos pela indústria alimentícia em geral, que não coloca amor nesse ato nem está preocupada com a saúde do seu organismo e o de sua família!

Esse é um dos segredos de manter o bem-estar - não entregue essa função vital a terceiros - ponha a mão na massa, deixe a preguiça de lado e estabeleça como prioridade fazer a comida que vai mantê-lo longe das doenças!
sábado, 10 de outubro de 2009

Sódio na alimentação
Consumir comida industrializada - do tipo instantâneo, bastando jogar água quente ou fria por cima do pó ou de cozimento vapt-vupt - tem o atrativo de facilitar a vida, no sentido de rapidez.
Mas será que esse tempo que supostamente "ganhamos", não será cobrado, de forma às vezes bem sofrida, mais adiante, pelo surgimento de doenças (desequilíbrios)?É o caso das sopas prontas: basta verificar as prateleiras dos supermercados e constatar a enorme variedade de marcas, sabores, ingredientes, sendo que algumas apresentam o rótulo de "natural"... É uma tentação, concordo - uma refeição "saudável e saborosa", feita em alguns minutos! Mas atenção, é mais uma das armadilhas da indústria alimentícia.

Veja porque:

Elas estão salgadas demais!


Um prato de sopa industrializada pode ter até a metade da dose diária de sódio recomendada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Uma pesquisa do Idec (Instituto Braisleiro de Defesa do Consumidor) com 42 sopas prontas, entre desidratadas, instantâneas e congeladas de 18 marcas, mostras que quase 20% delas têm sal em excesso, o que comprovadamente é perigoso para a saúde.
Segundo a Anvisa, um adulto deve consumir até 2.400 mg de sódio por dia, o que equivale a 6 gramas de sal (sempre diminuo a "quantidade oficial" de consumo, porque eles apresentam um número que está no limite, no vermelho - então, seriam 4 gramas). Já a OMS recomenda 2 gramas, o equivalente a uma colher de chá.
Das sopas testadas pelo Idec, 8 estão acima desse limite (não vou relacionar quais, porque não sou favorável ao consumo de nenhuma delas). A quantidade de sódio declarada nos 42 rótulos analisados varia de 8 a 51% da recomendação diária para adultos. Se na mesma refeição forem consumidos, por exemplo, um pãozinho francês e uma colher de queijo parmesão ralado, a ingestão de sódio sobre para 28 a 71% da recomendação diária.
O excesso de sódio no organismo pode levar à retenção de líquido, ao aumento da pressão arterial e ao agravamento da hipertensão; para idosos, a ingestão deve ser mais controlada ainda, porque tendem a reter mais sódio e ficam mais sujeitas a desenvolver hipertensão.
Para crianças com menos de um ano, concordo com a indicação da Macrobiótica: nada de sal! O sal contrai e nessa fase da vida, a criança tem mais é que expandir, crescer. Além disso, é preciso dar às crianças a oportunidade de conhecer o verdadeiro sabor do alimentos. 

Fora o excesso de sal, a pesquisa do Idec observou também que as sopas têm baixos valores de proteínas, sendo pouco nutritivas e contêm realçadores de sabor - o famigerado "glutamato monossódico", um sal sintético descoberto no Japão no início do século passado que é utilizado em larga escala para realçar o sabor dos alimentos; sabe-se que essa substância age nos neurônios, o que provoca uma superexcitação nervosa - a consequência mais comum disso é a enxaqueca, mas acontece também a produção de radicais livres que matam neurônios cognitivos, causando problemas de memória.
Causa uma reação alérgica bem conhecida, chamada SRC (Síndrome do Restaurante Chinês, pois eles usam muito esse ingrediente na comida, apesar de ter sido uma invenção japonesa...) e acomete cerca de 5% da população (traz dor de cabeça e palpitação, entre outros sintomas).
Quando for consultar um rótulo de produto, cuidado, porque o GM usa "apelidos" para disfarçar sua presença: intesificador de sabor, proteina hidrolisada, extrato de malte e outros.
Da mesma forma, fuja dos cubinhos mágicos de galinha, carne ou legumes, igualmente uma fonte exagerada de sal e GM - qualquer pòzinho indicado para dar sabor ou realçá-lo, contém esses dois elementos em excesso e outros aditivos, igualmente prejudiciais.
Use e abuse das ervas, dos temperos verdes, do limão, do vinagre de arroz e de maçã - use, enfim, a criatividade e dispense mais tempo na cozinha do que no consultório médico!
E além disso, o sal usado nos produtos industrializados, é o SAL REFINADO.
Procure usar o SAL MARINHO na sua alimentação diária: é obtido pela evaporação da água do mar, o que o torna mais puro e não passa pelo processo de refinamento.
Tem uma coloração mais escura e o sabor menos salgado do que o refinado (talvez, por esse motivo, no início da mudança você use uma quantidade maior de sal, até encontrar a medida correta).
Por não ser refinado, o sal marinho contém os microminerais que são removidos durante o processo do refino, inclusive o iodo (aproximadamente 84 minerais são eliminados nesse processo).

 http://cozinhanatureba.blogspot.com.br/2009/10/sodio-na-alimentacao.html