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quarta-feira, 18 de abril de 2012
Estamos com fome de amor... Arnaldo Jabor e mais uma de suas excepcionais crônicas
segunda-feira, 16 de abril de 2012
COMO ALARGAR SEU SAPATO! - Legal!!!!!
Dica
complicada ningu merece, então vamos dar uma bem simples de como
alargar seus sapatos! Nada pior que sapatos apertados, porque o humor
fica péssimo e a dor de cabeça aparece…
AC
Olhem só as etapas:
Seu sapato, saco de zip de dois tamanhos: menor para dentro do sapato e maior para ir para o freezer!
Coloque
o zip menor com um pouco de água dentro do sapato, e puxe um pouquinho
para fora, de forma que a água fique toda na área que precisa ser
alargada.
Em seguida, pegue um zip maior e feche bem com os sapatos dentro.
Já para o freezer!
Depois
de algumas horas ou o tempo que você achar necessário, dependendo do
quão apertado seu sapato esteja, volte lá e retire o zip do freezer.
Gelo dentro, ideal para termos, enfim, nosso dia de Cinderella, o sapato vai caber!
“Formas” retiradas, agora é só calçar e se esbaldar!
Gente, achei super interessante esta dica, afinal ninguém merece um sapato apertado e um calo no pé. Vou fazer um teste num sapatinho que comprei, lindo e apertado. Se funcionar maravilha, eu darei o resultado brevemente. Anadja
Conselho de desenvolvimento e Universidade - Luiz Renato
Todo país ou região desenvolvida sempre tem uma grande universidade que contribui de forma efetiva para o seu desenvolvimento. São nessas instituições que podemos encontrar os diferentes pensamentos nas áreas de interesse da sociedade contemporânea, através do desenvolvimento de novas teorias, metodologias e pesquisas nos diferentes campos de atuação.
A importância das universidades como instituições indutoras do desenvolvimento econômico, cultural e social pode ser visto ao redor do mundo. Uma das formas de conhecer um país ou uma região é conhecer as universidades ali localizadas: sua forma de atuação, seus quadros, sua organização, sua qualidade acadêmica, seu modelo de gestão, sua integração com a sociedade, enfim; esse conjunto, entre outros, reflete diretamente no crescimento individual e coletivo da sociedade que ela está inserida.
As universidades têm como base o tripé ensino, pesquisa e extensão. No contexto, universidade como indutora de desenvolvimento, todos os três pilares devem buscar a máxima qualidade, sensibilidade para as novas demandas da sociedade contemporânea e forma de interação.
Há sete anos propus a criação do Conselho de Desenvolvimento da UFPB como um dos instrumentos de integração da universidade com a sociedade. Esse conselho seria composto pelas representações governamentais, Estado e municípios, organizações não governamentais, representação das federações empresariais, sindicais, dos conselhos das diferentes categorias profissionais, estudantes, professores, pesquisadores e técnicos administrativos.
Realizei a primeira reunião, onde todos os convidados marcaram presença. Isso mostrou o interesse da sociedade em interagir com a universidade, mas infelizmente e equivocadamente a atual gestão da UFPB não institucionalizou o nosso conselho.
A institucionalização destes conselhos é de fundamental importância para a integração das universidades com a sociedade, além de colocar essas instituições como os agentes líderes capazes de aglutinar os diferentes atores do desenvolvimento econômico, social e cultural da região.
Luiz Renato de Araújo Pontes
É Professor e Pesquisador da UFPB e Coordena o Laboratório de Materiais e Produtos Cerâmicos – LMPC/CT/UFPB.
Conheço a importância de conselhos com essa organização/estrutura, compostos por orgãos governamentais e não governamentais. A institucionalização desses conselhos, seja nas universidades, saúde, educação e em outras áreas são de grande importâncias na construção de políticas e ações voltados ao desenvolvimento de uma sociedade, principalmente porque neles há uma diversidade de riquezas de práticas, saberes e experiências, integrando Governo e sociedade civil organizada. Anadja
A importância das universidades como instituições indutoras do desenvolvimento econômico, cultural e social pode ser visto ao redor do mundo. Uma das formas de conhecer um país ou uma região é conhecer as universidades ali localizadas: sua forma de atuação, seus quadros, sua organização, sua qualidade acadêmica, seu modelo de gestão, sua integração com a sociedade, enfim; esse conjunto, entre outros, reflete diretamente no crescimento individual e coletivo da sociedade que ela está inserida.
As universidades têm como base o tripé ensino, pesquisa e extensão. No contexto, universidade como indutora de desenvolvimento, todos os três pilares devem buscar a máxima qualidade, sensibilidade para as novas demandas da sociedade contemporânea e forma de interação.
Há sete anos propus a criação do Conselho de Desenvolvimento da UFPB como um dos instrumentos de integração da universidade com a sociedade. Esse conselho seria composto pelas representações governamentais, Estado e municípios, organizações não governamentais, representação das federações empresariais, sindicais, dos conselhos das diferentes categorias profissionais, estudantes, professores, pesquisadores e técnicos administrativos.
Realizei a primeira reunião, onde todos os convidados marcaram presença. Isso mostrou o interesse da sociedade em interagir com a universidade, mas infelizmente e equivocadamente a atual gestão da UFPB não institucionalizou o nosso conselho.
A institucionalização destes conselhos é de fundamental importância para a integração das universidades com a sociedade, além de colocar essas instituições como os agentes líderes capazes de aglutinar os diferentes atores do desenvolvimento econômico, social e cultural da região.
Luiz Renato de Araújo Pontes
É Professor e Pesquisador da UFPB e Coordena o Laboratório de Materiais e Produtos Cerâmicos – LMPC/CT/UFPB.
Conheço a importância de conselhos com essa organização/estrutura, compostos por orgãos governamentais e não governamentais. A institucionalização desses conselhos, seja nas universidades, saúde, educação e em outras áreas são de grande importâncias na construção de políticas e ações voltados ao desenvolvimento de uma sociedade, principalmente porque neles há uma diversidade de riquezas de práticas, saberes e experiências, integrando Governo e sociedade civil organizada. Anadja
Frase pronunciada em 1920 e que parece que foi dita hoje para os brasileiros de bem!
Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand judia, fugitiva da
revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de
1920), pronunciada em 1920, mostrando uma visão com conhecimento de
causa:
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização
de quem nada produz; quando comprovar que o dinheiro flui para quem
negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos
ficam ricos pelo suborno e por influência mais que pelo trabalho, e
que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que
estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é
recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então
poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de
1920), pronunciada em 1920, mostrando uma visão com conhecimento de
causa:
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização
de quem nada produz; quando comprovar que o dinheiro flui para quem
negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos
ficam ricos pelo suborno e por influência mais que pelo trabalho, e
que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que
estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é
recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então
poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
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videos e mensagens
domingo, 15 de abril de 2012
Garota de quatro anos tem Q.I quase igual ao de Einstein
Heidi Hankins tem QI de 159/Foto: Reprodução Daily NewsUma
menina britânica de quatro anos foi aceita na Mensa, sociedade inglesa
internacionalmente conhecida por ser formada por pessoas de alto QI.
Segundo o jornal "Daily Mail", o nível de inteligência da pequena Heidi
Hankins é de 159, apenas um ponto abaixo do cientista Stephen Hawking e
do legendário Albert Einstein. O teste, desenvolvido
especialmente para crianças da sua idade com uma mistura de
quebra-cabeças e jogos com palavras, foi aplicado em Heidi depois que
professores de sua creche disseram que estavam tendo dificuldades em
encontrar atividades que fossem desafiar suas capacidades. O resultado
impressionou os examinadores, que afirmam que a média de pontuação para
um adulto é 100.
Heidi, que já sabe somar, subtrair, desenhar figuras e escrever
frases, costumava ler livros para crianças com sete anos quando tinha
apenas dois anos de idade. De acordo com o relato do pai de Heidi,
Matthew, ao jornal britânico, a pequena gênia já fazia sons logo após
nascer e, quando completou um ano, "seu vocabulário era relativamente
bom. Agora é muito bom". Com 18 meses, ela aprendeu a ler sozinha, com
a ajuda de um computador, afirmou o pai. "Notamos que ela estava usando
o mouse para navegar, e clicando em botões que diziam 'OK' e
'Cancelar'", contou.
Matthew disse ainda ao "Daily Mail" que, quando Heidi tinha apenas
dois anos, leu um conjunto de livretos em cerca de uma hora,
demonstrando habilidade semelhante à de crianças de sete anos. Além
disso, Heidi apresenta maior destreza para desenhar que as crianças de
sua idade, produzindo desenhos detalhados, em vez de figuras genéricas.
O pai negou ao jornal que estimule a garota, e afirmou que, além de
se interessar sozinha por livros, também brinca com bonecas e legos
como uma criança normal. Agora, ele espera que ela possa pular um ano
na escola para se sentir mais desafiada.
*Com informações do Daily News
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Viciados na guerra às drogas
Caros amigos do Brasil,
.
Mas ela está em silêncio em relação à necessidade de abandonar a atual
política catastrófica internacional e apenas o nosso enorme apoio vai
fazê-la vir à público.
Mais
de 4 milhões de brasileiros, incluindo alguns dos nossos amigos e parentes,
sofrem todos os anos do abuso de drogas e de sua dependência química. Nosso
país está ignorando esta situação e gasta bilhões de reais lutando numa guerra
falida que criminaliza os dependentes químicos. Agora, um grupo de líderes
latino-americanos está exigindo uma nova abordagem que poderá incluir a ajuda
para o sofrimento desses dependentes químicos e suas famílias. O governo dos
EUA está tentando bloquear esse novo passo, mas Dilma pode equilibrar a
balança. Ela só precisa de um gigantesco apoio público para se posicionar e
abrir o debate.
http://www.avaaz.org/po/stop_the_war_on_drugs_po_c/?vl
Nosso governo repetidamente disse que devemos combater o uso de drogas por meio da educação, tratamento e políticas de saúde incólumes. Mas a guerra às drogas liderada pelos EUA forçou uma abordagem global baseada na criminalização que superpopulou nossas prisões com criminosos não-violentos. Agora, após décadas de tentativas, sabemos que a guerra às drogas não atinge o problema do vício às drogas e sequer reduzem o seu consumo.
Do outro lado, passos para a regulamentação na Suíça, Portugal, Holanda e Austrália mostram resultados impressionantes na redução do abuso de drogas e nos crimes relacionados com drogas. À essa altura, uma mudança na política de drogas é simplesmente uma questão de bom senso.
No ano passado a enorme campanha global da Avaaz trabalhou junto com a Comissão Global de Política sobre Drogas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para abrir o debate político no mais alto nível nas Nações Unidas. Agora os Estados Unidos, que inventaram essa "guerra", admitiram que essa abordagem não está funcionando. Pela primeira vez a pressão política está aumentando em toda nossa região e líderes da Guatemala ao México e Colômbia estão pedindo um debate acerca da descriminalização. Essa é uma mudança tectônica, mas os EUA sentiram o golpe e estão tentando bloquear políticas alternativas.
O palco agora está pronto para um debate quente em Cartagena, Colômbia, que podemos influenciar e vencer! Mas temos apenas alguns dias para dar à Dilma o apoio público que ela precisa para tomar medidas concretas agora. Envie uma mensagem urgente para Dilma e compartilhe com todos:
http://www.avaaz.org/po/stop_the_war_on_drugs_po_c/?vl
Finalmente os políticos estão reconsiderando suas posições e a América Latina pode liderar o mundo para longe dessa política imprudente. Mas para sairmos de debates e chegarmos a ações tangíveis em nossas vidas, precisamos de um levante e forçar a Dilma a exercer essa liderança. Vamos garantir que essa cúpula seja o início do fim da guerra contra às drogas.
Com esperança,
Alice, Luis, Pedro, David, Carol, Emma, Ricken e toda a equipe da Avaaz
Mais informações:
Brasil deve apoiar o debate sobre drogas na Cúpula das Américas (CBDD)
http://cbdd.org.br/pt/2012/03/30/brasil-debe-apoyar-el-debate-sobre-drogas-en-la-cumbre-de-las-americas/
Cúpula das Américas debaterá pela 1ª vez problema das drogas (Terra)
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5706209-EI8140,00-Cupula+das+Americas+debatera+pela+vez+problema+das+drogas.html
Bolívia apoia discussão sobre drogas na Cúpula das Américas (Reuters)
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE82E0FL20120315
Comissão presidida por FHC defende descriminalização das drogas (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120224_darcy_miguel_comissao_global_drogas_mm.shtml
Relatório da Comissão Global de Política sobre Drogas
http://www.globalcommissionondrugs.org/wp-content/themes/gcdp_v1/pdf/Global_Commission_Report_Portuguese.pdf
Campanha: NÃO FOI ACIDENTE!
Acesse e Divulgue o site da campanha:
www.NaoFoiAcidente.org
www.NaoFoiAcidente.org
No site, assine o abaixo assinado: INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVAM A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE:
Campanha: É bom ser do bem! participe!
Conheça a campanha
A
campanha “é bom ser do bem” teve início depois de uma virada na vida de
Reinaldo Luz Santos, que resolveu se dedicar a espalhar essa ideia após
perceber um sentido maior em sua vida.
Mas o fato irrevogável é que tudo só começou a se tornar realidade com a ajuda das pessoas que acreditaram não nele, mas no conceito de que a vida pode ser melhor através da gentileza.
Foi então que essa semente começou a ser semeada pouco a pouco o coração de algumas pessoas. Vanessa da Luz, Stephanie Jhouline, Márcio Monteiro fazem parte da linha da frente da campanha, todos juntos ajudando a distribuir os adesivos, respondendo as mensagens, captando novos voluntários e publicando os conteúdos do site e das redes sociais. Além deles, contamos também com a equipe da Praxys Produtora Web.
Mas o papel fundamental ainda viria a ser preenchido em um coletivo insuperável. Inicialmente dezenas, depois centenas e hoje milhares de outras pessoas fazem essa história acontecer e ganhar cada vez mais força na internet e principalmente na vida real.
São a eles, vocês, os verdadeiros responsáveis, a quem devemos o nosso mais sincero e mais intenso “muito obrigado”! De coração, nós lhes dizemos “muitíssimo obrigado” pelo apoio de todos vocês! Nós somos os organizadores sim, mas são vocês que fazem essa campanha ser real!
Em nossas páginas sociais todos podem ser encontrados. E abaixo estão alguns dos nomes de pessoas que nos ajudam distribuindo os adesivos com seus amigos, em suas empresas e comunidades. A vocês, muito obrigado sempre!
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
Essas pessoas, e nosso agracedimento, estão representados nos mais de 6 mil seguidores do Facebook e que fazemos questão de imprimir em todas as páginas do site. Muito obrigado!
Criada em 2006, a campanha “É bom ser do bem” é uma iniciativa com uma
meta simples, quase ingênua, mas igualmente grandiosa. Nós queremos
espalhar para o maior número de pessoas possível a ideia de que “sim,
ainda vale a pena ser do bem”!
Nós acreditamos imensamente que se aplicarmos em nossas vidas algumas pequenas mudanças de postura, baseadas em gentileza e tolerância, é possível mudarmos o nosso dia a dia para melhor e até mesmo o nosso mundo.
Em 2009 o site foi criado para dar vida a campanha também na internet. Nós confiamos que um novo tempo de paz surge cada vez mais forte. Para espalharmos esse conceito a mais e mais pessoas, nós valorizamos visionários como você, que está aqui interessado no tema, e ajudam espalhando para seus amigos a ideia de que “é bom ser do bem”.
Nós acreditamos imensamente que se aplicarmos em nossas vidas algumas pequenas mudanças de postura, baseadas em gentileza e tolerância, é possível mudarmos o nosso dia a dia para melhor e até mesmo o nosso mundo.
Em 2009 o site foi criado para dar vida a campanha também na internet. Nós confiamos que um novo tempo de paz surge cada vez mais forte. Para espalharmos esse conceito a mais e mais pessoas, nós valorizamos visionários como você, que está aqui interessado no tema, e ajudam espalhando para seus amigos a ideia de que “é bom ser do bem”.
As bases da nossa iniciativa são conceitos como: Gentileza,
educação, coexistência, respeito ao próximo, cidadania, consciência
coletiva, paz de espírito e valorização da harmonia.
Nós acreditamos que através de mudanças positivas de posturas, aplicadas aos pequenos percalços do dia a dia e em nossos relacionamentos, nós podemos minimamente harmonizar o mundo ao nosso redor.
Tendo consciência de que nossas ações e palavras podem interferir, negativa ou positivamente, em instantes, momentos ou mesmo no dia do próximo, nós chegamos à conclusão de que é possível escolher por interferências positivas sempre que possível.
Mudando, para melhor, o nosso pequeno universo, juntos nós poderemos sim criar um mundo melhor!
Nós acreditamos que através de mudanças positivas de posturas, aplicadas aos pequenos percalços do dia a dia e em nossos relacionamentos, nós podemos minimamente harmonizar o mundo ao nosso redor.
Tendo consciência de que nossas ações e palavras podem interferir, negativa ou positivamente, em instantes, momentos ou mesmo no dia do próximo, nós chegamos à conclusão de que é possível escolher por interferências positivas sempre que possível.
Mudando, para melhor, o nosso pequeno universo, juntos nós poderemos sim criar um mundo melhor!
Em alusão ao conceito “Corrente do bem”, nós estamos espalhando esse conceito dessa forma, um a um, pouco a pouco,
e com a ajuda das pessoas que desejam uma sociedade mais justa. Ou
seja, cada pessoa que conhece essa iniciativa e a apresenta ou repassa
a outra pessoa se torna um multiplicador da campanha. E dessa forma, o
bem ganha força e se espalha!
Qualquer um pode ajudar divulgando essas idéias e principalmente praticando sempre que possível. Como praticar? A resposta é simples e baseada no preceito de “Não faça ao próximo aquilo que não quer que lhe façam”.
Você também pode ajudar distribuindo os conteúdos desse site em suas redes de relacionamento. Linke nosso endereço em seu site, blog ou páginas de comunidade.
Outra forma de divulgar a campanha são os adesivos, que são colados nos carros com a frase, e hoje estão sendo vistos em cada vez mas cidades do Brasil. O Rio de Janeiro foi o primeiro a abraçar a campanha. Hoje enviamos mais de 200 adesivos por mês para os cariocas. Só temos a agradecer a vocês, muito! E esperar que o resto do Brasil acolha com igual fervor a campanha.
Entre em Espalhe essa Idéia e veja como você pode ajudar essa campanha ganhar ainda mais força!
Qualquer um pode ajudar divulgando essas idéias e principalmente praticando sempre que possível. Como praticar? A resposta é simples e baseada no preceito de “Não faça ao próximo aquilo que não quer que lhe façam”.
Você também pode ajudar distribuindo os conteúdos desse site em suas redes de relacionamento. Linke nosso endereço em seu site, blog ou páginas de comunidade.
Outra forma de divulgar a campanha são os adesivos, que são colados nos carros com a frase, e hoje estão sendo vistos em cada vez mas cidades do Brasil. O Rio de Janeiro foi o primeiro a abraçar a campanha. Hoje enviamos mais de 200 adesivos por mês para os cariocas. Só temos a agradecer a vocês, muito! E esperar que o resto do Brasil acolha com igual fervor a campanha.
Entre em Espalhe essa Idéia e veja como você pode ajudar essa campanha ganhar ainda mais força!
Essa campanha é uma ação coordenada por apenas duas pessoas, sem apoio de empresas ou patrocínios.
Nossa meta não é lucro, não é comercial, não é dinheiro. Nós queremos, com toda nossa força, espalhar essa campanha para mais e mais pessoas. Nossa força são as milhares de pessoas que ajudam a espalhar essa idéia de que SIM, vale a pena ser do bem.
Nós enviamos cerca de 200 adesivos por mês. Sendo que somente no lançamento do novo site recebemos mais de 2.400 pedidos de adesivos de uma só vez. Cada adesivo custa R$ 1,40 (para impressão) + R$ 1,10 (do selo e envio). Em poucas quantidades isso parece pouco, mas com tantos pedidos fica complicado.
Por isso nossa única saída foi começar a pedir ajuda para a impressão e o envio dos adesivos. O custo que colocamos, de R$ 3,00 (Três Reais) contempla apenas as despesas que temos e as taxas do PagSeguro. Não há lucro, não há comércio do adesivo. Apenas a viabilidade da distribuição.
Esperamos em breve conseguir apoio de empresas para impressão de adesivos, mas estamos recebendo propostas e queremos encontrar empresas que realmente tenham o mesmo intuito que o nosso, dizer ao mundo que É BOM SER DO BEM.
Estamos vendendo camisetas também, mas esse é outro caso. Nesse caso queremos sim divulgar a campanha, mas o intuito final da venda das camisetas é ajudar efetivamente a quem precisa. Não é muito, mas faremos nossa parte. Todo o lucro da vendas das camisetas será revertido a instituições. Vamos mudar as instituições de tempos em tempos, mas a idéia geral é ajuda, mesmo que com pouco, a quem precisa.
Esse é o nosso jeito de dizer que é bom ser do bem sim, mas é preciso agir para fazer esse conceito ser real! Obrigado a todos que apoiam essa campanha!
Nossa meta não é lucro, não é comercial, não é dinheiro. Nós queremos, com toda nossa força, espalhar essa campanha para mais e mais pessoas. Nossa força são as milhares de pessoas que ajudam a espalhar essa idéia de que SIM, vale a pena ser do bem.
Nós enviamos cerca de 200 adesivos por mês. Sendo que somente no lançamento do novo site recebemos mais de 2.400 pedidos de adesivos de uma só vez. Cada adesivo custa R$ 1,40 (para impressão) + R$ 1,10 (do selo e envio). Em poucas quantidades isso parece pouco, mas com tantos pedidos fica complicado.
Por isso nossa única saída foi começar a pedir ajuda para a impressão e o envio dos adesivos. O custo que colocamos, de R$ 3,00 (Três Reais) contempla apenas as despesas que temos e as taxas do PagSeguro. Não há lucro, não há comércio do adesivo. Apenas a viabilidade da distribuição.
Esperamos em breve conseguir apoio de empresas para impressão de adesivos, mas estamos recebendo propostas e queremos encontrar empresas que realmente tenham o mesmo intuito que o nosso, dizer ao mundo que É BOM SER DO BEM.
Estamos vendendo camisetas também, mas esse é outro caso. Nesse caso queremos sim divulgar a campanha, mas o intuito final da venda das camisetas é ajudar efetivamente a quem precisa. Não é muito, mas faremos nossa parte. Todo o lucro da vendas das camisetas será revertido a instituições. Vamos mudar as instituições de tempos em tempos, mas a idéia geral é ajuda, mesmo que com pouco, a quem precisa.
Esse é o nosso jeito de dizer que é bom ser do bem sim, mas é preciso agir para fazer esse conceito ser real! Obrigado a todos que apoiam essa campanha!
Mas o fato irrevogável é que tudo só começou a se tornar realidade com a ajuda das pessoas que acreditaram não nele, mas no conceito de que a vida pode ser melhor através da gentileza.
Foi então que essa semente começou a ser semeada pouco a pouco o coração de algumas pessoas. Vanessa da Luz, Stephanie Jhouline, Márcio Monteiro fazem parte da linha da frente da campanha, todos juntos ajudando a distribuir os adesivos, respondendo as mensagens, captando novos voluntários e publicando os conteúdos do site e das redes sociais. Além deles, contamos também com a equipe da Praxys Produtora Web.
Mas o papel fundamental ainda viria a ser preenchido em um coletivo insuperável. Inicialmente dezenas, depois centenas e hoje milhares de outras pessoas fazem essa história acontecer e ganhar cada vez mais força na internet e principalmente na vida real.
São a eles, vocês, os verdadeiros responsáveis, a quem devemos o nosso mais sincero e mais intenso “muito obrigado”! De coração, nós lhes dizemos “muitíssimo obrigado” pelo apoio de todos vocês! Nós somos os organizadores sim, mas são vocês que fazem essa campanha ser real!
Em nossas páginas sociais todos podem ser encontrados. E abaixo estão alguns dos nomes de pessoas que nos ajudam distribuindo os adesivos com seus amigos, em suas empresas e comunidades. A vocês, muito obrigado sempre!
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
Patricia Nistal
Vanessa da Luz
Karin Wichrowski
Thaiany Azevedo
Silvia do Prado
Stephanie Jhouline
Ingrid Lorenzato
Carmem Voss Ventorin
Adriana Petrucio
Kika Bornhofen
Marisa Protta
Tom Coelho
Ana Giardini
Cláudia Bracarense
Luciano Pires
Conceição Aparecida Rodrigues
Renato Guariglia
Bruno Monteiro
Fábio Simões
Diones Camargo
Felipe Senna
Weslen Martins
Luiz Claudio Lopez
MUITO OBRIGADO A TODOS!
Essas são algumas das pessoas que ajudam na campanha diretamente, mas agradecemos também a cada uma das pessoas que param alguns momentos de suas vidas e divulgam a campanha entre seus contatos.Essas pessoas, e nosso agracedimento, estão representados nos mais de 6 mil seguidores do Facebook e que fazemos questão de imprimir em todas as páginas do site. Muito obrigado!
Não há ligação dessa iniciativa com nenhuma ação de marketing, promoção
ou ação comercial. As empresas e pessoas que se dispuserem a ajudar na
proposta o fazem por acreditar no conceito, pura e simplesmente, de
buscar harmonia no conviver com o próximo.
Também não há ligação dessa iniciativa com nenhuma religião ou
crença específica. Há sim, inevitavelmente, uma motivação e inspiração
em uma Força Maior. Sabemos que é ELE o que nos move a fazer o bem,
sempre. Mas respeitamos e acolhemos a todas as religiões que quiserem
nos apoiar, desde que suas metas sejam o bem do próximo. Nossa força
está na união das pessoas que acreditam e apoiam o projeto “é bom ser
do bem”
Acesse: http://www.ebomserdobem.com.br
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Antes e depois da posse! pura verdade.
ANTES DA POSSE:
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE:
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha
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terça-feira, 10 de abril de 2012
Para nossa alegria - videos ilários! kkkkkk
Para nossa alegria (original)
Jairzinho e Luciana para nossa alegria
Para nossa alegria - MTV
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UNIVERSIDADE E VIDA II: A NOSSA CRECHE ESCOLA
Entre
1992 e 93, enquanto servidor técnico administrativo da UFPB, trabalhei na
Creche Escola da Universidade. Naquele tempo o nome era bem mais condizente com
a sua função, se chamava Centro de
Convivência Infantil (CECOI). Foram dois anos de muito aprendizado e
trabalho com pessoas que, no sentido mais estrito da expressão, se dedicavam de
corpo e alma à escola e à educação das crianças ali matriculadas. Lá havia servidores
docentes e técnicos da UFPB e também varias professoras da prefeitura de João
Pessoa que prestavam serviço no CECOI, porque a Universidade não
disponibilizava um corpo funcional suficiente para o atendimento da comunidade
que se servia da escola.
Tínhamos
lá filhos de professores, técnicos, alunos e da comunidade do entorno da UFPB.
Muitas crianças nós atendíamos, muitos sonhos nós tínhamos e muito desejo de
acertar e contribuir para que elas se sentissem felizes e capazes de viver com
plenitude as suas vidas. Nossa atenção e cuidado não era necessariamente com os
adultos que elas se tornariam, mas com a criança que ali estava com seus
desejos, medos e esperanças. Sabíamos que cuidar da criança era acalentar o
adulto saudável que viria com o tempo. Espero que tenhamos conquistado algumas delas
e, assim, atingido nossa meta.
Volto
a Creche vinte anos depois e me deparo com várias colegas daquele tempo.
Carregando seus sonhos, apostando na educação e acreditando na criança como um
ser capaz, não como um projeto de adulto. Ouvi suas queixas e, infelizmente,
percebo, mesmo com a avalanche de incentivos financeiros recebidos pela nossa
universidade, que ainda são as mesmas necessidades do início dos anos 90: o material
é insuficiente, faltam professores e funcionários, as dificuldades são inúmeras
e os recursos parcos. O espaço físico até
cresceu, mas não foi acompanhado da necessidade e do desejo de ampliar o
atendimento, que viria através da implantação do ensino fundamental. O que me
deixou mais atordoado, entretanto, foi saber que o teto de gesso de ALGUMAS das
salas recém construídas tinha caído. Sim! E só não tivemos um grave incidente
com as crianças porque aconteceu em um domingo.
Só recentemente, em tantos anos de história,
houve concurso e contratação de professores para atender especificamente aquele
setor (duas, contratadas este ano). Mas este ato de última hora está longe de
suprir a carência de pessoal daquela escola. Só agora em 2012, dos 18
servidores técnicos, seis estão em tempo de aposentadoria. Dos 16 professores
da escola, seis têm 30 anos ou mais de tempo de serviço e 12 estão entre 50 e
59 anos de idade. A Escola, portanto, continua pedindo socorro e a UFPB, que
deveria ter esse como um espaço de pesquisa, ensino e extensão para diferentes
cursos de licenciatura, simplesmente ignora o pedido daquelas professoras (es),
técnicos(as) e, em última análise, das próprias crianças.
A
Universidade viva que queremos, aquela que cheia de compromissos com a nossa
gente e os seus problemas, capaz de pensar o insólito e apostar no nosso
destino de superação dos condicionantes que nos mantêm presos a um círculo
vicioso de pobreza e ignorância, não pode esquecer o seu compromisso com a
educação. Menos ainda com aquela destinada aos filhos de seus servidores e
alunos. Somos os primeiros a fazer a crítica da educação infantil e básica no
país, mas estamos esquecidos daquela que está sob o nosso cuidado. Isso lembra
um velho ditado árabe que diz: “Aquele
que diz que sabe, mas não faz, ainda não sabe”.
Nesse momento queremos aplicar à Creche o que
vimos anunciando nas nossas conversas e proposições: “A UFPB do futuro, você
faz agora”. Sim, é você quem pode fazer, iniciando agora na eleição para reitor.
Não dá mais para manter situações como esta, entre inúmeras outras, dentro da
própria Universidade. VAMOS JUNTOS CONSTRUIR UMA UNIVERSIDADE VIVA,
PARTICIPATIVA E SOCIALMENTE REFERENCIADA. ESSA POSSIBILIDADE, ACREDITE, É REAL!
Prof.
Ricardo Lucena*
Logística reversa e sustentabilidade - Prof. Luiz Renato de Araújo Pontes
Leiam atentamente, muito interessante este artigo do prof. Luiz Renato e, politicamente correto em favor da natureza - Anadja
O aumento da produção e o descarte dos diferentes
produtos utilizados pelos consumidores têm gerado um problema ambiental, exigindo
que as próprias empresas se responsabilizem pelo retorno dos produtos já
utilizados, como: baterias, lâmpadas, pneus, entre outros produtos.
As empresas, sobretudo as grandes, sempre trabalharam
utilizando logística tradicional na distribuição de seus produtos. Entretanto, essa
logística envolve apenas o fluxo dos produtos desenvolvidos nas empresas até a
sua entrega ao cliente. Já a logística reversa trabalha na lógica de criar um
ciclo que vai desde a distribuição dos produtos para os clientes e o retorno desses
produtos, materiais e peças do consumidor final ao processo produtivo da empresa.
É importante que a logística reversa seja vista como
uma questão importante do ponto de vista ambiental, mas também como uma questão
econômica que pode gerar emprego e renda. A cadeia econômica envolve desde a
associação de catadores, passando pelo processo de coletas e triagem até o
reuso ou reciclagem dos materiais coletados.
A reciclagem dos produtos fabricados de alumínio é um
exemplo da importância da logística reversa do ponto de vista ambiental e
econômico. A reutilização das sucatas de alumínio diminui a extração de
minérios que contêm alumínio, preservando as nossas jazidas. A qualidade do
produto reprocessado é a mesma do produto elaborado a partir dos alumínios extraídos
das matérias primas naturais, além de economizar energia para a produção do mesmo.
Em alguns casos, do ponto de vista econômico, o custo
para o reaproveitamento de determinados produtos não é atrativo com relação a
seu uso comparado a utilização da matéria prima. Desta maneira, como a
logística reversa é importante do ponto de vista não só econômico, mas também
ambiental, é preciso que o governo defina políticas de incentivos para esses
casos.
Esse processo, apesar de sua importância, encontra várias
dificuldades para a sua eficiente aplicação, que vai desde o tamanho geográfico
de um país como o Brasil, da política fiscal inapropriada até a própria falta
de consciência ambiental de grande parte da sociedade. É preciso que, governo,
empresários e sociedade, entendam a logística reversa como um processo
importante de sustentabilidade ambiental e econômica.
Prof. Luiz Renato de Araújo Pontes
(83) 8811-5941
www.professoluizrenato.comCRIATIVO, LINDO E POLITICAMENTE CORRETO!
Uma boa ideia tem que ser compartilhada, compartilhem também. A natureza agradece!!!
Nosso dia a dia, o que acho bacana e quero compartilhar com os amigos.
De: Tuca Noronha
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domingo, 8 de abril de 2012
Meus bichinhos transloucados!!!!
Gente,
Este é nosso Gachorro. Chama-se Caroço, nome dado pela minha filha, mas, para os íntimos, "ninho". Ele é muito fofo e delicado, alérgico também. Adora um chamego. Acreditamos que ele pensa ser um cão de guarda, aliás, meu cão de guarda, pois ele me segue para onde quer que eu vá. Vou à padaria, lá vem ele me seguindo, vou a academia que é em frente a minha casa, lá vem ele, as vezes ele entra na academia e tenho que voltar para tirá-lo, todos já o conhecem por ter o hábito de me seguir. Dentro de casa é assim: se estou no quarto ele fica na porta, quando saio ele vem atrás, estou na cozinha, ele está lá, no banheiro lá está ele nas porta. Outro dia fui a padaria e não o vi, pois ele me seguiu. Só que comprei pão, voltei e não o chamei nem esperei por ele, resultado, ele ficou lá sem saber voltar para casa. Passaram-se 04 horas, por volta das 21:30, senti a falta dele. Meu filho então foi até a padaria que também é mercearia comprar algo e o dono disse: acho que esse gato é de sua mãe! então meu filho voltou e me avisou, fui buscá-lo, o bichinho estava lá a minha espera. Meu marido diz que ele pensa que é meu guarda costa ou meu filho. Ele é nosso mascote. Inclusive agora quando estou fazendo esse relato ele está perto de mim, meu lindo gachorro.
Esse é Reginaldo. Meu marido tirou ele bem novinho das mãos de um bêbado que estava querendo vendê-lo para tomar o dinheiro de cachaça. Meu marido com pena do bichinho comprou e trouxe para casa. Tivemos que improvisar mamadeira para alimentá-lo. Mas ele sobreviveu e está com 06 meses. O nome de Reginaldo foi colocado por meu marido que é fã de Reginaldo Rossi (aliás, quem não é?). Pasmem, quando meu marido chega em casa, se dirige a ele e começa a cantar uma música do Rei Reginaldo Rossi, então nosso cãozinho Reginaldo começa a uivar acompanhando a canção e a nossa cadelinha faz a 2ª voz. É uma graça, ilário mesmo. Aliás, nosso cãozinho Reginaldo (eu chamo de Reg) e nossa cadela Lupita (apelidamos de pitintinha) são uma graça, brincam, brigam e se amam, dormem juntinhos. Ele é uma draga de comelão e uma pimenta malagueta. Traquino, não podemos dar bobeira com roupas novaral que ele puxa e rasga, temos que ficar vigiando o tempo todo.
Apresento agora nossa querida Lupita, pitintinha para os íntimos. Já tem mais de 05 anos. Educada, muito esperta e inteligente. Ela quase virou uma cadela alcoolatra. Vou contar como foi: meu marido sempre toma uma cervejinha em casa sempre aos sábados e ele costuma soltar ela na área da frente (que é murada) para brincar. Ele começou a perceber que quando colocava a cerveja no copo e as vezes ia ao banheiro ou na cozinha por exemplo, quando voltava percebia que o copo não estava mais cheio, a proncípio ele ficava intrigado,mas, achava que podia ter se enganado, mas, um belo dia, ele colocou cerveja no copo, levantouxe para ir ao quarto e lembrou-se de algo que teve que voltar, pasmem de novo: ele pegou nossa cadela tomando a cerveja dele no copo. Ele ficou sem saber o que fazer, achando graça e ao mesmo tempo preocupado com ela. Logicamente ele passou a ter cuidado para ele não beber mais, imaginem uma cadela alcoolatra!!! Ela é ciumenta, manhosa, uma fofinha.Toda vez que vamos ao quintal a noite fazer algo, para nos proteger ela sai na frente e olha todo o quintal. Ela é muito meiga, sobe no colo da gente, cheira e brinca muito.
Conhecem os ditados: devagar se chega ao longe! a esperança é a última que morre! pois bem, segue abaixo nosso bichinho Tarta. Na verdade foi minha mãe que ganhou faz um tempãp, ela (tarta) era bem pequena. Minha mãe resolveu deixá-la em minha casa. Tarta é muito engraçada, ela tem um quintal grande para passear, masvive atucalhando o portão ficar aberto para ela entrar em casa. É incrível, e isso é durante o dia todo. Eu tenho que ter cuidado para manter o portão fechado e isso as vezes incomoda porque tenho que ir no quintal várias vezes ao dia. Mas, ela não quer saber, me vence pelo cansaço, quando penso que não, ela está na cozinha, na sala.... pego ela e levo de volta ao quintal. Depois ela vai para as vasilhas de água dos cachorros e das galinhas, entra, suja e sai, quase sempre faz sua caca no lugar onde o cachorro dorme (e por isso tenho que lavar quase que todos os dias) e depois sai bem lentamente e vai para o cantinho dela dormir. Mas tenho que admitir, quase sempre ela consegue o que quer, sempre atinge sua meta: entrar em casa. Na foto ela está próxima de uma galinha.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
MANIFESTO - EMENDA CONSTITUCIONAL 2012
Peço
a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte
pessoas de sua lista de endereços e, por sua vez, pedir que cada um
deles faça o mesmo.Em
três dias a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta
é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil):
Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil):
1. O congressista receberá salário somente durante o mandato. E não terá direito à aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.
2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o
regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. O congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. O Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será objeto de plebiscito.
5. O congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.
6. O congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro.
7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.
8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.
Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.
A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.
Se você concorda com o exposto, REPASSE. Você é um dos meus + 20.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
UFPBdoFuturo - chapa que tem Prof. Luiz Renato e Prof. Ricardo Lucena como candidatos a reitoria da UFPB
UFPBdoFuturo apresenta os FUNDAMENTOS DE GESTÃO E UNIVERSIDADE,
propostos pela chapa que tem Prof. Luiz Renato e Prof. Ricardo Lucena
como candidatos a reitoria da UFPB
A democratização como cultura de decisão pensada e executada como projeto coletivo e com o objetivo de tornar socialmente visíveis as ações universitárias de ensino, pesquisa e extensão;
A autonomia como fundamento de gestão, que a partir do autoconhecimento da realidade institucional torne possível estabelecer as prioridades e gerir os recursos em direção a objetivos gestados na comunidade e independentes de interesses externos;
A competência como necessidade e obrigação na qualidade das ações de ensino e produção do conhecimento, habilitando a instituição como referência para a população nas formações de quadros, de opiniões e de ações eficientes na sociedade;
A avaliação como movimento permanente, por dentro de cada curso/unidade de modo que, ao analisar-se historicamente, possa redefinir, se necessário, seus rumos e trajetórias, em constante projeção para o futuro;
Ações programáticas
Implementar um conceito de extensão que implique na superação da ação extensionista como consultoria empresarial ou assistencialismo comunitário;
Elaborar programas com os objetivos de levar conhecimentos artístico, científico e tecnológico à sociedade como um todo e de atender às demandas de setores sociais específicos;
Instituir "meios de inovação" – conjunto específico de relações com foco na produção de novos conhecimentos, produtos e processos;
Promover relações profícuas com atores sociais inovadores (representantes dos poder público, empresários e trabalhadores) a fim de determinar bases para a superação de dilemas vividos pelas sociedades contemporâneas;
Avaliar criticamente (a) a inter-relação entre desenvolvimento tecnológico e produção acadêmica, (b) o papel da universidade na difusão de novas tecnologias e como propulsora de políticas científicas, tecnológicas e artísticas, (c) as transformações no ensino e na pesquisa provocadas pela expansão dos recursos tecnológicos no ambiente universitário, (d) a gestão de tecnologia e inovação em instituições de conhecimento e a articulação com os diferentes setores da economia;
Intensificar o apoio institucional aos programas em fase de consolidação e garantir as sustentabilidade/evolução de programas avaliados como excelentes;
Manter programa institucional permanente dedicado à obtenção e alocação de recursos para recuperação, aprimoramento e modernização de laboratórios didáticos, salas de aula e bibliotecas, visando à adequação a novas tecnologias;
Criar programas de inclusão e de permanência estudantil, combinando a valorização da escola pública com critérios socioeconômicos, padrões de qualidade acadêmica e processos de avaliação de méritos;
Intensificar institucionalmente os programas da pós-graduação em fase de consolidação, assim como implementar ações que garantam a sustentabilidade e evolução dos programas consolidados;
Dotar o espaço acadêmico virtual da Universidade em seus vértices de ensino e pesquisa, tanto no campo presencial como a distância, com novos modelos de comunicação e utilização integrada das modernas tecnologias de informação;
Promover a internacionalização dos feitos acadêmicos da Universidade a fim de permitir uma maior projeção e integração no cenário internacional, valorizando o conhecimento gerado e inserindo-o à crítica de padrões internacionais de qualidade, o que resultará em fortalecimento institucional;
Qualificar os profissionais técnico-administrativos por meio de programas específicos, sem perder de vista as peculiaridades e as demandas das diferentes Unidades universitárias e dos segmentos envolvidos. Isso significa implementar política de recursos humanos voltada fundamentalmente à motivação e à valorização pessoal;
Criar um novo sistema administrativo para as atividades-meio da Universidade que compatibilize o crescimento das suas atividades-fim, consolidando as alterações já implantadas e ampliando os programas de descentralização e desburocratização, com maior delegação de competências e autonomia executiva e decisória às Unidades e Órgãos da Universidade.
A democratização como cultura de decisão pensada e executada como projeto coletivo e com o objetivo de tornar socialmente visíveis as ações universitárias de ensino, pesquisa e extensão;
A autonomia como fundamento de gestão, que a partir do autoconhecimento da realidade institucional torne possível estabelecer as prioridades e gerir os recursos em direção a objetivos gestados na comunidade e independentes de interesses externos;
A competência como necessidade e obrigação na qualidade das ações de ensino e produção do conhecimento, habilitando a instituição como referência para a população nas formações de quadros, de opiniões e de ações eficientes na sociedade;
A avaliação como movimento permanente, por dentro de cada curso/unidade de modo que, ao analisar-se historicamente, possa redefinir, se necessário, seus rumos e trajetórias, em constante projeção para o futuro;
Ações programáticas
Implementar um conceito de extensão que implique na superação da ação extensionista como consultoria empresarial ou assistencialismo comunitário;
Elaborar programas com os objetivos de levar conhecimentos artístico, científico e tecnológico à sociedade como um todo e de atender às demandas de setores sociais específicos;
Instituir "meios de inovação" – conjunto específico de relações com foco na produção de novos conhecimentos, produtos e processos;
Promover relações profícuas com atores sociais inovadores (representantes dos poder público, empresários e trabalhadores) a fim de determinar bases para a superação de dilemas vividos pelas sociedades contemporâneas;
Avaliar criticamente (a) a inter-relação entre desenvolvimento tecnológico e produção acadêmica, (b) o papel da universidade na difusão de novas tecnologias e como propulsora de políticas científicas, tecnológicas e artísticas, (c) as transformações no ensino e na pesquisa provocadas pela expansão dos recursos tecnológicos no ambiente universitário, (d) a gestão de tecnologia e inovação em instituições de conhecimento e a articulação com os diferentes setores da economia;
Intensificar o apoio institucional aos programas em fase de consolidação e garantir as sustentabilidade/evolução de programas avaliados como excelentes;
Manter programa institucional permanente dedicado à obtenção e alocação de recursos para recuperação, aprimoramento e modernização de laboratórios didáticos, salas de aula e bibliotecas, visando à adequação a novas tecnologias;
Criar programas de inclusão e de permanência estudantil, combinando a valorização da escola pública com critérios socioeconômicos, padrões de qualidade acadêmica e processos de avaliação de méritos;
Intensificar institucionalmente os programas da pós-graduação em fase de consolidação, assim como implementar ações que garantam a sustentabilidade e evolução dos programas consolidados;
Dotar o espaço acadêmico virtual da Universidade em seus vértices de ensino e pesquisa, tanto no campo presencial como a distância, com novos modelos de comunicação e utilização integrada das modernas tecnologias de informação;
Promover a internacionalização dos feitos acadêmicos da Universidade a fim de permitir uma maior projeção e integração no cenário internacional, valorizando o conhecimento gerado e inserindo-o à crítica de padrões internacionais de qualidade, o que resultará em fortalecimento institucional;
Qualificar os profissionais técnico-administrativos por meio de programas específicos, sem perder de vista as peculiaridades e as demandas das diferentes Unidades universitárias e dos segmentos envolvidos. Isso significa implementar política de recursos humanos voltada fundamentalmente à motivação e à valorização pessoal;
Criar um novo sistema administrativo para as atividades-meio da Universidade que compatibilize o crescimento das suas atividades-fim, consolidando as alterações já implantadas e ampliando os programas de descentralização e desburocratização, com maior delegação de competências e autonomia executiva e decisória às Unidades e Órgãos da Universidade.
Internacionalização das universidades - Prof. Luiz Renato Araújo Pontes
Nos últimos anos, os
países em desenvolvimento têm buscado a internacionalização das
universidades. Nos países desenvolvidos a internacionalização das
universidades sempre foi uma questão prioritária como fator de
integração e desenvolvimento. Universidades como as de Cambridge,
Harvard e Oxford se caracterizam como centros de atração de estudantes,
professores, cientistas e intelectuais de todo o mundo. Em Harvard, 19%
dos estudantes são estrangeiros. Em Stanford, é de 21%. No Imperial
College, em Londres, existem estudantes de 158 países diferentes. Na
Unicamp, uma das maiores universidades brasileira, o número de
estrangeiros é inferior a 3%.
O governo brasileiro, no campo da ciência e tecnologia, deu um grande passo com a criação do Programa Ciência sem Fronteiras no sentido da internacionalização. O programa prevê a utilização de 100 mil bolsas para o intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação. O programa também visa atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou realizar parcerias com as universidades brasileiras.
As universidades têm um papel importante no mundo globalizado como geradoras de conhecimento, integração científica, cultural e de formar profissionais capazes de atuar nas diferentes áreas ao redor do mundo. Portanto, a internacionalização, não pode ser pensada através de ações isoladas, mas de uma política estruturante que passe pela acomodação dos professores, pesquisadores e estudantes estrangeiros nas universidades brasileiras até a capacitação em línguas estrangeiras de nossos alunos, pesquisadores, técnico-administrativos e professores.
Um dos principais gargalos para a internacionalização das universidades é o domínio de uma língua estrangeira. Acredito, assim, ser urgente fortalecer e ampliar os programas de pós-graduação e capacitação em línguas estrangeiras, além de um programa de socialização do estudante estrangeiro, utilizando os nossos estudantes. Um programa de socialização, utilizando nossos estudantes, além de propiciar aos mesmos um conhecimento das diferentes culturas, propicia ainda o aprimoramento da língua de ambos.
O governo brasileiro, no campo da ciência e tecnologia, deu um grande passo com a criação do Programa Ciência sem Fronteiras no sentido da internacionalização. O programa prevê a utilização de 100 mil bolsas para o intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação. O programa também visa atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou realizar parcerias com as universidades brasileiras.
As universidades têm um papel importante no mundo globalizado como geradoras de conhecimento, integração científica, cultural e de formar profissionais capazes de atuar nas diferentes áreas ao redor do mundo. Portanto, a internacionalização, não pode ser pensada através de ações isoladas, mas de uma política estruturante que passe pela acomodação dos professores, pesquisadores e estudantes estrangeiros nas universidades brasileiras até a capacitação em línguas estrangeiras de nossos alunos, pesquisadores, técnico-administrativos e professores.
Um dos principais gargalos para a internacionalização das universidades é o domínio de uma língua estrangeira. Acredito, assim, ser urgente fortalecer e ampliar os programas de pós-graduação e capacitação em línguas estrangeiras, além de um programa de socialização do estudante estrangeiro, utilizando os nossos estudantes. Um programa de socialização, utilizando nossos estudantes, além de propiciar aos mesmos um conhecimento das diferentes culturas, propicia ainda o aprimoramento da língua de ambos.
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